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sábado, 14 de junho de 2014

Ode ao ÓDIO

Odeio me sentir dessa forma...
Odeio me sentir um lixo...
Odeio chorar...
Odeio não ser bonita o bastante...
Odeio ter cara de brava...
Odeio as pessoas com suas vidas perfeitas que apenas sabem reclamar...
Odeio sentar ao seu lado e lhe ouvir...
Odeio a sua voz...
Odeio pensar em você...
Odeio essa pequena esperança que ainda existe dentro de mim...
Odeio ser fraca...
Odeio o seu meio sorriso que me fascina...
Odeio ser sempre a amiga...
Odeio ter sentimentos...porque apenas não podemos arrancar de dentro nós mesmos, afinal para que serve?!
Odeio principalmente a mim mesma, por ser tão estupida!Gostaria de saber em que parte do trajeto de minha vida eu perdi o meu orgulho, em que parte desse estupido trajeto minha mente e meu corpo começaram a deseja -lo.
....

quinta-feira, 12 de junho de 2014

GJ

Como eu deveria me sentir nesse momento?!
 Com raiva, triste, desanimada, desolada ou talvez vencida?!
Na minha indicação própria  não consigo encontrar qualquer sentimento que possa ser considerado feliz, mas tudo bem...ou não.
Em minha mente tento me enganar, apagando o seu rosto, destruindo as memorias daquele dia em seu carro.
Quem diria em... quem diria que você estava falando serio naquele momento.
Mesmo querendo esquecer me pego a todo momento relembrando cada instante de quando esteve comigo.
Adorei o seu meio sorriso, queria ter lhe dito isso, mas simplesmente acharia que sou uma louca, então fiquei ali sentada ouvindo-lhe, observando lhe e desejando a cada momentos um sinal seu, apenas um sinal de que estava feliz por estar ali.
Para aqueles que se perguntarem se houve algum sinal, digo-lhes que não houve nada, nada mesmo.
Será que você imagina a arritmia que causou no meu coração quando percebi que o seu carro estava a poucos metros da minha casa, quando você abriu a porta do carro e desceu e olhou em meus olhos. É  engraçado agora lembrar, porque naqueles pequenos segundos fiquei sem palavras, meu sistema cognitivo é totalmente falho com você por perto, então apenas falei besteiras, sem acreditar que finalmente estava lhe vendo longe daquele inferno.
Uma vez na vida sem plantão, uma vez na vida alguns minutos seus foram meus.
Me arrependo de ter sido monótona, mas já disse, sistema cognitivo falho.
Desejei tanto que aquele momento fosse apenas o inicio de um belo filme, mas o meu carma me persegue. E o belo filme de amor se tornou apenas um curta metragem de paixão não correspondida.

terça-feira, 10 de junho de 2014

11/06/2014

- Porque estas a chorar pequena mocinha?
- Não estou a chorar.
-Acho que estas enganada, posso ver.
-Maquinas nunca choram meu senhor.
-Então estas com um pequeno furo em seus olhos, pois estão a vazar. É bom pedir que alguém lhe conserte.
-Sim senhor.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Eduardo



 As luzes coloridas se divergiam em frente aos seus olhos, era como se brincassem em um fundo negro, dançando ao som daquela musica, que alem de contar historias embriagava com sua balada. Foi quando em um minuto apenas ela encontrou aqueles olhos castanhos, sentindo uma estranha sensação em todo o seu corpo, ficando ali imóvel. Com uma voz ao fundo que chamava o seu nome, sua mente foi liberta, mas aqueles olhos tiveram o seu efeito já que ela continuava um pouco atordoada.


Inúmeras vezes me pergunto, por que momentos como esses existem? Será que é apenas os deuses brincando com a gente, ou o destino que entediado resolveu fazer uma traquinagem. Odeio traquinagens, tudo o que esses momentos nós levam é há uma simples perca de tempo, já que ficamos a lembrar, passando e repassando essa cena em nossas mentes, nós martirizando com o fato de que podíamos ter agido diferente. Odeio aqueles olhos castanhos...

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Dias de GREVE

Eram quase 22:00, todos a minha volta estavam co o mesmo sentimento incerto, apreensivos, com o que seria decidido em relação ao nosso futuro, afinal seria a continuação dessa greve que fazia seu centésimo sexto dia, ou ali teria seu fim, se marcando por grandes vitorias.Tais vitorias conquistadas através de uma luta cuja apoio se fazia por apenas parte da sociedade discente, que se dividiu desde seu inicio por pensamentos diferentes, as vezes um pouco arbitrários, se dizendo respeitados por ambas partes, porem como todo bom hipócrita, havia inconscientemente escondido por trás  dessas palavras o gozo de insultos e risadas, ressaltando "de ambos os lados", afinal pode- se ser amigo de uma pessoa tão diferente?!
Em momentos como esse é se preferível o contemplamento solitário, para que de forma a engolir cada palavras jogada aquele ambiente por oras gritadas,esbaforidas, com vozes roucas, enérgicas, ou simplesmente sussurradas, temerosas por serem ouvidas, sabias, hipócritas, são tantas vozes que acredito que muitos ali nunca as entenderam, nunca se entenderam.
Um novo momento histórico se fez em minha mente, ao se decidir pelo fim da greve. Finalmente se levantavam os braços, alguns sem saber ao certo como tudo aquilo começará, mas sabiam que havia chegado ao seu fim. E ambos os lados por um único mom
ento se unirão no final. e vozes se ouviam em manifesto há uma euforia momentânea.
É bem interessante sentir esse tipo de sentimento de luta novamente, mas me pergunto como posso lutar, se me encontro no meio de ambos os lados,mas como sempre digo a mim mesma alguns devem caminhar sozinhos, sem temer ouvir, falar e gritar, mesmo quando  tiver que se colocar contra um amigo.

sábado, 1 de junho de 2013

Capitulo I - Realidade

Capitulo I

E diante de si ela o viu, nada havia mudado, ele era o mesmo que recordará, seus olhos negros como a noite mais escura ainda penetrantes, sua pele branca se contrastando com o vermelho de seus lábios, seu cabelo, tão negro quanto os olhos, bagunçado caindo-lhe sobre os olhos. Ele ainda era o mesmo. E era o que ela queria, que ele fosse o mesmo, o mesmo homem que amará em seus sonhos, que existia em sua mente e que agora se fazia presente sem ter que fechar os olhos.
Como ter reação em situação que acreditará tão fantasiosa. E assim durante alguns minutos ela ficou diante dele apenas o contemplando, acreditando estar louca e ao mesmo tempo com medo de que se fechasse os olhos, ou se piscasse não voltaria a vê-lo, ao mesmos não tão nítido, não tão real. E foi então que os lábios dele começaram a se mexer mudando seu semblante com um sorriso, de alguma forma que ele sabia que a reconfortaria com esse gesto, e novamente seus lábios se mexeram e dessa vez sussurrarão:

- Eu estou aqui, e se for do seu desejo, aqui permanecerei.
Diante dessas palavras ela sentiu que lagrimas corriam por seu rosto, mas aquilo não impedia o seu reflexo de toca-lo para ter a certeza de que tudo era real, de que ele era real. E nesse instante a realidade tomou posse daquele momento perfeito, quando erguera o seu braço para toca-lo, uma dor lancinante se espalhou por todo o seu corpo, era como se pegasse fogo. E pela primeira vez desde que acordara ela notou onde estava, em quarto de paredes brancas, com uma pequena janela a direita, ao lado de uma porta que parecia ser de um banheiro, havia também três camas uma do lado da outra e entre elas uma espécie de criado mudo, com uma jarra de agua com um copo, na parede à frente havia uma pequena tv pendurada, quase tocando o teto, e ao lado da cama que estava deitada havia uma porta que dava para um corredor.
Em algum momento o rosto dele começou a desaparecer conforme suas lembranças voltavam. Mas foi quando ouviu uma voz familiar vinda daquele corredor, que ele sumiu completamente. Era sua mãe, que logo apareceu na porta, com uma mulher que parecia ser uma medica, as duas a viram, a mãe mal conseguia falar direito, sua voz era tremula parecendo que havia chorado, e seus olhos inchados e vermelhos só concretizavam esse parecer. A medica era uma senhora que aparentava uns 50 anos, era branca, cabelos chanel e loira, seu ar inspirava sobriedade e confiança, sua voz era um pouco grossa devido à idade, e suas palavras eram um banho triste de realidade:

-Olá meu nome é Doutora Vera Fizer, sou sua medica. Você teve muita sorte, podia ter pego até uma infecção na situação que se encontrava, mas agora você vai ficar bem, suas queimaduras já foram limpas, seu curativo já foi feito, e com os remédios que você está tomando sua dor vai amenizar muito.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Palavras desconexas

“Um dia irá se entender...” Essas foram as primeiras palavras que passaram pela minha mente naquele momento, mas agora, refletindo sobre tudo o que se passou, essas palavras não fazem sentido algum, eu não as estendo, então como posso questionar se qualquer outro outrem as entenda...
Eu acreditei que tudo era diferente, que eu era diferente, mas cá estou resmugando, revivendo tudo.
Fechar os olhos de nada adiantará. Porque é no escuro que as imagens tomam formam, é no escuro que as retomo tudo.Tenho que aprender a não perturbar fantasmas,mas o que fazer se eles me perseguem.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

28/01/2013

Então encontrei a musica certa para escrever... Nos últimos dias tentei encontrar um assunto para escrever, algo que não faço a algum tempo, mas minha jornada não foi bem sucedida.Estou cansada dos assunto de sempre, cansada do real..Mas como minha mãe diz é apenas mais uma fase. Fases seria de acordo com as leis humanas cada um dos diferentes aspectos que uma coisa apresenta sucessivamente, e de acordo com essa afirmação devo estar na fase do nada, ou simplesmente do cansaço. Caros leitores devo lembrá-los que este é um blog pessoal portanto não importa qual asneira seja posso descrevê-las aqui.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Um pensamento qualquer


O que acontece com os meus passos que não se movem. Será que sumiram, ou apenas se foram a procura daquela brisa aconchegante.Será que eles à encontraram, ou ainda estão a procurar?!
Acho que meus acordes estão desafinados, ou então também se foram... Não consigo cantar, minha voz é rouca e enrolada, não consigo pensar, meus pensamentos são tulmutuosos, de forma que se prendem há uma imagem do passado, não consigo me mover, meus passos se foram em uma busca.
Fecho meus olhos e me imagino andando novamente, em um campo ao entardecer, onde o dia está recebendo a noite, onde tudo voltou a ser simples, onde posso correr e correr, e derrepente girar e girar até cair. Mas quando abro meu olhos vejo que estou sem andar, pois meus passos se foram.
Agora o que me resta além de cantar com essa voz rouca e enrolada e sorrir. Esperando que meus passos voltem...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Carta aos irmãos Baudelaire "Desventuras em Série"



"Queridos filhos, desde que deixamos o país sentimos a sua falta. Certos acontecimentos nos fizeram prorrogar nossas viagens. Um dia quando forem mais velhos saberão mais sobre os nossos amigos e os perigos que encontramos.
O mundo as vezes pode parecer um lugar hostil e sinistro, mas acreditem: existe muito mais bondade no mundo do que maldade, só precisam procurar com vontade. E o que podem parecer desventuras em série na verdade pode ser o primeiro passo de uma jornada.
Esperamos logo te-los em nossos braços, mas se esta carta chegar antes do nosso retorno, saibam que os amamos. Temos muito orgulho de saber que não importa o que acontecer vocês três vão cuidar uns dos outros com carinho, coragem e desprendimento como sempre fizeram. E por favor, meus queridos, nunca se esqueçam de uma coisa; não importa onde estivermos enquanto vocês tiverem uns aos outros terão sempre uma família e um lar.

Seus pais que os amam"

domingo, 21 de agosto de 2011

Acho que estou a cair



Minha alma treme...

Arde de um desejo que desconheço e queima com o seu nome...

Meus olhos cegos, minha boca muda, meus ouvidos surdos, deixam apenas meu corpo falar, ao som de um ritmo inquietante...

Danço com a brisa e com o seu toque invisível me sinto envolvida por teus braços, que me giram e giram e nunca me deixam cair...

Quando tento voltar ao começo vejo que não existe mais, a brisa se foi, deixando-me novamente


cair ao chão, novamente só...

Tento lhe procurar, mas meus olhos são cegos...

Outros ritmos dançam ao meu redor, alguns são como flores rodopiando ao vento, outras são mais brutas, mas ainda sim graciosas...


Não sei o que devo fazer, minha mente agora é confusa... O branco se apodera dela, estabelecendo apenas a loucura e levando todos os meus ritmos...

Levanto-me com dificuldade, pois agora não me sinto voando, a gravidade se interpôs em meus pés, mas mesmo assim continuo a dançar com o que ainda resta de musica na minha mente...

Agora danço pelos caminhos do meu destino, com a aura negra,que se mancha de vermelho por um sangue que começa a escorrer por meus olhos, boca e ouvidos....

Meu coração começa uma batida mais forte, enquanto minha cabeça dói...

Maldita dor que atrapalha meus pensamente, minha dança...

Algo me impedi de dançar, sim, sinto uma mão,mas não a vejo...

Lembre-se seus olhos são cegos...Oh é mesmo, às vezes me esqueço...Essa mesma mão PE comprime a algo que desconheço, apenas sei que está, pois sinto ...Sinto um toque em meus cabelos.


Um toque apaixonante e cruel....


Uma paixão que acelera meu coração, que me mostra que é ele, que me tenta, que me faz sonhar, que me devolve o que me foi levado...

Uma crueldade que me leva ao ódio de uma brisa que tirou a minha valsa perfeita, que me mostra , que me faz sentir a minha ilusão perfeita....

Deixo-me cair em meio a braços que não vejo... E é assim que continuo cindo, caindo, caindo, caindo, caindo se nada a me segurar, pois apenas tenho a companhia cruel da realidade e a paixão de uma valsa de aura negra.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

GOSTARIA DE SENTIR...


Gostaria de escrever como antes...

Descrever cada sentimento que se passa dentro de mim em palavras...

Mas nada é como antes...

A brisa mudou seu sentido, o nascer do sol não é mais tão quente, o meu bailar já não é o mesmo...

Minhas palavras se tornaram retraídas, meus olhos se tornaram cegos, minhas mãos perderam seu tato, e meu coração...

E agora levanto minha taça e brindo por tudo o que se passou, tudo o que um dia tocou o meu coração, ...

Apenas brindo...

Mas assim como minhas palavras minhas mãos se retraem transformando minha taça em

estilhaços que penetram em minha carne e se misturam com o sangue que agora começa a escorrer entre meus dedos...

Digo a mim mesma que é apenas mais uma cicatriz...apenas mais uma em meu corpo...

Em apenas alguns segundos sinto o cheiro do meu sangue empesteando todo o local, um cheiro entranho, que embriaga de tal forma que me sinto sufocada... este cheiro parece se penetrar dentro de mim, a cada gota de sangue que deixa este corpo...

Os estilhaços e meu sangue formam um belo quadro ao chão, uma arte que se mistura de um vermelho intenso , com o volume e a brutalidade do vidro...apenas uma bela arte...

Gostaria de escrever como antes...

Gostaria de sentir como antes...

Gostaria de ....

sexta-feira, 3 de junho de 2011

E o povo se torna o seu próprio Davi


Civis agora se tornavam soldados , com pedras em uma mão e um estilingue em outra se faziam dessa forma um soldado do passado, um Davi, lutando contra um governo injusto dominado por uma burguesia que cuja a ambição é tal grande que se torna o próprio Golias.Bombas explodem a volta daquele Davi, suas roupas são simples , sua expressão é de luta, de justiça, com luvas sujas de cinzas e uma mascara que talvez o ajude a não se intoxicar com a fumaça negra e densa que forma a sua volta.companheiros de um lado, a sua frente um carro velho virado para tentar protegê-los, ao outro lado fogo ocasionado pelos Golias da Burguesia.E com bravura uma pedra é lançada pelo povo, que sobrevoa entre faróis e postes de luz, mas aquela pedra aonde repousou não se sabe, apenas afirmo que Davi ainda luta, que o povo ainda luta....

terça-feira, 24 de maio de 2011

Nada funciona...


Nada funciona quando vc está...

Meus olhos inúteis não podem olhar para vc, são tortos e cegos...minhas mãos funcionam onde se diluem as caricias que poderiam aliviar a sua dor... Minhas pernas tremem me levando pra longe de você...

E minha boca não funciona se não pode chegar até a sua...

E assim tento viver com um pensamento breve,mas sempre ligado a você...

Com a dor que desanima qualquer nascer de um sorriso...

Nada funciona sem você...

sábado, 14 de maio de 2011

mais um pensamento...


Hoje não importa quantos anos nos temos sempre podemos escolher, desde o momento em que comemos a primeira papinha estamos fazendo uma escolha, está em cada um de nos a responsabilidade de escolher sua própria vida, seu próprio caminho.A questão é, ao crescer teremos coragem o suficiente para fazer isso... ou simplesmente continuaremos a margem da sociedade, como apenas mais um cidadão cujas as escolhas são feitas por outros...Teremos coragem de fazer....

mais um pensamento...


É muito fácil passar das mentiras leves para as pesadas e acabar ferrado na negritude de uma intriga...Será que mentimos pela covardia de não assumir os nossos atos, ou terá este outro motivo?!...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A origem da SEXTA FEIRA 13

Um dia e uma noite repleta de misticismo, encanto e sedução onde por desventura do destino se tornou temida por alguns e momentos de sorte para outros. É assim que de certa forma se conhece a famosa sexta feira 13, o que muitos não sabem é o que tornou este dia tão famoso e por alguns tão temido.

Com base no que leio pude descrever a baixo alguns fatos da historia e da cultura humana que moldam este dia:

-na numerologia o numero 13 é considerado m número irregular, sinal de infortúnio;

-Segundo os mitos da cultura escandinava uma das origens se sucedeu por: a deusa do amor e da beleza Friga

(que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo,

Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com

outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos;

-Alguns pesquisadores relatam que o grande diluvío aconteceu na sexta-feira;

- A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira quando é celebrada a páscoa;

- Mu, terra de nossos ancestrais, foi destruído em uma sexta-feira 13, e esta seria a origem do medo deste dia, segundo o pseudo-historiador James Churchward;

- 13 de Dezembro de 1968: O governo militar do Brasil decreta o AI-5, que, entre outras coisas, suspenderam direitos e garantias políticas, decretou estado de sítio no Brasil e dava poderes aos militares de fechar o

Congresso;

- O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde

aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram;

- A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972.

Estes são alguns fatos que moldaram este dia...

Para mais informações é só perguntar...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ao fechar os olhos

CAPITULO I

Rotina: habito,costume...

Vida: Espaço de tempo compreendido entre o nascimento e a morte

Como uma musica suave e de significado muitas vezes ignorado o sol nasce todos os dias indicando que um novo dia nasceu, que estamos vivos.Com seu brilho e calor que literalmente alimenta a vida e a alma, de todos os terrestres, até mesmo dos que se recusam a acordar ou simplesmente buscam sempre a sombra para se esconder, ele está ali nascendo todas as manhas, aclamando o novo dia, e novamente a mesma rotina do dia anterior.

Para alguns poucos este nascer representa o fim de um belo sonho.

A cada nova manhã Elice abre seus olhos tendo em sua mente sempre o mesmo pensamento: poderá um dia, que tal noite que tece meus sonhos ser eterna?! Um pensamento com traços góticos se faz presente em uma mente que como todas as outras transborda em pensamentos, onde muito são tolos e de significado irrelevante, porém qndo um pensamento persisti na mente humana algo seu sub consciente lhe diz que algo se encontra errado, talvez em sua alma, ou simplesmente em sua razão.

Neste dia que começará de forma tão corriqueira, algo aconteceu,que devo dizer que aos olhos de um espectador é grande parte irracional.Para que se possa entender deixarei que as palavras se tornem formas e fatos atrávez das próprias palavras de nossa protagonistas, que depois de seu breve pensamento, levantou-se, tomou um café com leite e bolachas, sentada só em sua cadeiras favorita, de cor branca e cinza e aparência um pouco velha, e após saiu para correr...

Correr e correr o mais rápido que minhas pernas agüentarem... Mas em um momento temos que parar e nesse instante foi que em meio a todo o branco enxerguei algo distante, apenas um vulto negro... Algo que me fez voltar a correr, porém agora em direção do desconhecido. Minha mente dizia para minhas pernas pararem, mas estas não correspondiam, foi quando aquele vulto começou a tomar forma, e diante de mim uma árvore se formou de tronco robusto, de uma casca dura como o mármore, tal tronco se contorcia até o seu desmanchar de galhos cujas folhas finas e grandes de um verde tão intenso que com o tocar da brisa que ali se fazia ganhavam vida em um doce arcode com toda uma graciosidade que encantava meu olhar.

Fiquei tão deslumbrada que ali resolvi repousar, e como mágica aos pés daquela árvore tudo sumiu, tudo desapareceu de minha mente, e meus olhos em fim com paz pude fechá-los.

Ouço uma voz que me chama, mas tenho medo de abrir os olhos, tenho medo de tudo voltar.

Espere reconheço essa voz, oh meu Deus, não pode ser, tudo está voltando, a loucura,a paz está se desfazendo novamente,mas minha mente continua limpa, sem perturbações, apenas a voz persiste como se ao meu lado estivesse, oh meu Deus se não conhecesse a loucura que atormenta minha alma, diria sentir sua respiração em minha face, diria sentir sua mão tocando a minha, fazendo parecer que uma carga elétrica percorresse meu corpo pronunciando o seu nome, diria ouvir tua doce e suave voz repetindo com um pequeno tom de desespero, repetindo e repetindo para que eu acorde.Sei que tudo isso é irreal,mas tenho medo de abrir os meus olhos e comprovar minhas certezas.

Disse que tudo era irreal, porque me atrevi a abrir os olhos. Será que nunca entenderei que essa esperança que me levou a abrir os olhos é o maior erro que cometo, porque tenho que estar sempre certa?! Minha cabeça está doendo tanto, tudo está voltando, ai...Não sei mais o que fazer e nem como acalmar minha mente.

Está tarde!É melhor voltar pra casa antes que minha mãe fique preocupada.

Pensamentos muitas vezes se mostram confusos nas mentes humanas.E em Elice não seria diferente...os fatos que se passam se mostram confusos, difíceis de se entender, e como poderia eu apenas uma iniciante na bela arte de escrever poder explicar a mente humana, se nem mesmo cientistas, estudiosos ou filósofos não conseguiram desvenda-la totalmente. Talvez conhecer nossa protagosnita e seu ambiente torne esses fatos mais simples e até mesmo interessantes...

E assim nesta historia que nada mas é que um relato de uma vida, e de suas implicações, poderá se entender ou pode simplesmente haver uma reciploca contraria...

Como se vivesse duas vidas Elice desta forma passa seus dias e suas noites...E assim tentando buscar explicações racionais para suas ilusões, um único motivo para amar sua criação...

Ando na rua, mas nunca reparei nas pessoas ao meu redor, pelo contrario sempre andei o mais rápido possível para ficar o menor tempo possível perto delas, mas hoje pra distrai a minha mente estou a vê-las, e como eu já suponha ao meu ângulo de vista são estranhas, elas andam, apenas andam com expressões normais, as mais usadas por elas são a preocupação, o atraso, a paixão e a luxuria.Tenho que me recompor estou chegando em casa e não quero que minha mãe me veja neste estado, pois esse e´um segredo que guardo dentro de mim, e alem disso não quero trazer mais preocupações a ela e nem a ninguém , pois é como um senhor um dia me disse “ não devemos contar nossos problemas para alguém se este não puder resolver”,e o meu acho que alem de Deus apenas eu posso me livrar dessas correntes.

ELA-oi mãe

MÃE-oi Elice, aonde você estava?!

ELA-estava andando pra me distrair, eu vou para o meu quarto, ok?!

MÃE-esta bem.

Preciso de uma musica.Ah achei o meu cd do green day, eles são otimos.Sempre que me encontro nesse estado de espírito péssimo gosto de ouvi-los, isso me eleva, me faz pensar, me faz sonhar.

Não sei mais quando realmente vivo, se é quando o sol nasce trazendo consigo o fim, ou quando se põe deixando novamente o céu ser o lar da lua que com suas estrelas tecem novos sonhos e esperanças.Afinal o que é sonho e o que é realidade?!Estou com tanto sono, tanto sono, tanto...

Como uma musica pode causar tanto efeito em um simples humano,pode se comparar ao poder da fúria da natureza sobre as ações equivocadas e cruéis do homem sobre ela.Em termos científicos devo dizer que se sentir desta forma ao ouvir uma melodia de sua preferência nosso cérebro faz com que libere dopamina, fazendo assim com que se sinta euforia, prazer, elevando assim ao auge emocional deixando –o vuneravel a envolvimentos e manipulações pesicologicas, afetando de varias formas desde a necessidades consumistas e mundanas , amorosas e até mesmo astrológicas/paranormais.Devo ainda acrescentar que o tempo de ação da dopamina é de em media 10 minutos.

Ao fechar os olhos

ELE: Vc é feliz?!
ELA: o que há na vida para ser feliz?!

ELE: há nós dois, isso deve bastar, não é?

ELA: Nós dois?!Como pode isso ser real se tudo ñ passa de uma ilusão, se vc ñ passa de uma ilusão?!
Foi dessa forma que ela o fez, em uma das poucas vezes, o silencio ser sua única palavra.

E assim sua face, uma expressão se formou demonstrando confusão e dor, talvez por todas as palavras dela serem reais. Mas como ele podia sentir algo. E olhando aquela pintura que ela mesma criara seu coração se apertou em dor fazendo com que lagrimas escorressem por meio de seus olhos e diante de sua criação se formou um quadro... Um triste quadro.

E agora vos digo: Será que o irreal pode ser possível?!